"Lsd
Nô é essa soma que o próprio nome indica. Absolutamente
contemporâneo. Uma peça psicodélica. Com gosto
de contracultura e aprendizado construtivista. Em ritmo de rock mas
embebido de filosofia oriental. Um retrato muito bem falado do que
é o pensamento hoje, mostrando as fontes de onde veio a estética
e, por que não dizer, a ética da consciência contemporânea."
Alice Ruiz
"Pelos três
livros (Lsd Nô, de Ademir Assunção, Solarium,
de Rodrigo Garcia Lopes e Primeiro Segundo, de Ricardo Lima), pequenas
genialidades. E cada um atinge sua obra-prima: o budista Ademir,
em Satori ("sou apenas mais uma/espécie de vida/entre
muitas/ viajando pelo tempo/que nunca existiu)."
Caio Fernando Abreu (O Estado de São Paulo)
"O esmero em levar em uma das mãos a vitalidade da linguagem
e na outra o ritmo musical, como se levasse duas preciosas faculdades
do sentir, faz da poesia de Ademir Assunção um dos
instrumentos de revitalização da poesia brasileira."
Marcos Losnak (Folha de Londrina)
A MÁQUINA PELUDA
"Galáxias
do universo, galáxias de Haroldo de Campos, toques leminskianos
e dicção de Guimarães Rosa, o videoclipe e
a aparente algaravia que nos dão muitas vezes as tecnologias
de ponta - algo que ainda está para ser incorporado à
nossa linguagem corrente, mas já aparece neste livro estranho
e perturbador."
Boris Schnaiderman
"Em A Máquina
Peluda o riso é empregado como veículo catártico
de demolição de personas sociais e de valores midiáticos.
Ícones, estrelas e figurinhas carimbadas são obrigadas
a descer de seus pedestais de cristal líquido para ficar
em pé de igualdade com o leitor. Pode-se dizer que A Máquina
Peluda dá uma banana para o "homem cordial" e tira
a casca de algumas feridas da vida brasileira."
Maurício Arruda Mendonça (Revista Cult)
"Com um humor que parece estar sempre na manga, Ademir passeia
por diversos tipos de narrativas, vai do passado ao ciberespaço
e, através de um vírus que aparentemente destruirá
a linguagem, o autor contrói a sua própria."
Laura Leiner (O Tempo, Belo Horizonte)
"A narrativa de Assunção é toda fragmentada,
cheia de variações de estilo, citações
e brincadeiras com escritores como William Burroughs e Franz Kafka.
Leia com atenção."
Celso Fonseca (IstoÉ)
CINEMITOLOGIAS
"Trabalhando num
mesmo espaço poético, com imagens do inconsciente
e reproduções de ícones de mitologias primitivas,
Ademir realiza uma espécie de diário do sonho, onde
o consciente não deixa de lado as apuradas ferramentas da
linguagem."
Marcos Losnak (Folha de Londrina)
ZONA BRANCA
"Sei que um poeta
nunca se completa, mas Ademir Assunção caracteriza
o poeta que poderia ser chamado de completo, no sentido dos sentidos:
tem olhar oswaldiano, ouvido de músico, tato psicossocial,
faro jornalístico e paladar tipicamente brasileiro, embora
globalmente antropofágico."
Glauco Mattoso
"Zona Branca é
um livro bem realizado, de alta voltagem, que coloca Ademir
Assunção entre os poetas mais interessantes da nova
geração."
Cláudio Daniel (Jornal da Tarde)
"Zona Branca é
uma espécie de febre que faz ferver o sangue da imaginação
não reprimida. Ademir Assunção faz da sua poesia
um rico processo de experimentação quase afrodisíaco."
Luiz Rosemberg Filho
"Muy querido Ademir:
por fin tuve el espacio de quietud para leer tu hermoso libro, hermoso
por fuera, por dentro, y por más adentro. Hay poemas que
me deslumbran por su capacidad de manejar a la vez superficie (de
apariencia sencilla) y fondo (de densa verdad). Los que aparecen
en las páginas 18, 28, 29, 39 (ah), 45, 53, 58, 71, 75, 83,
84, 93, 97 y en verdad todo el conjunto O Lotus Nasce Na Lama son
mis preferidos. Son poemas donde un fondo de desconocimiento irradia
reconocimiento de blancura que a su vez es quietud. Todo se deshace
ahí, se rehace ahí, reaparece con su nuevo brillo
recrudecido. Muchas gracias buen amigo por haber compartido conmigo
tu
palabra, su interioridad: y la capacidad de resolver el mundo en
poesía."
José Kozer
"Ademir Assunção
é um dos novíssimos poetas brasileiros que estão
incendiando a placidez da paisagem neocolonizada com um fogo novo
- um fogo xamânico e erótico, indignado e zen, carinhoso
e feroz ao mesmo tempo. A qualidade de fogo da palavra de Ademir
Assunção situa-o entre os poetas mais diferentes da
sua geração."
Douglas Diegues (Folha do Povo, Campo Grande)
"Meu muitíssimo
obrigado pelo notável Zona Branca. É grande poesia,
tanto pelas belíssimas imagens ("Espelho d'Água")
como pela inovadora linguagem ("Na Companhia dos Câes
Sem Dono") - por tudo, enfim. Espero que este livro tenha o
reconhecimento que merece!"
Moacyr Scliar
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